A tradição dos bonecos dançarinos na arte popular potiguar

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Numa manhã de praia tudo é possível em areias nordestinas. Até mesmo assistir Eduardo e seus bonecos dançando forró em pleno sol escaldante por alguns minutos. Eduardo é um artista de rua, aliás também de praia e mostra ao turista a tradição dos bonecos, arte popular que se mantém viva no Rio Grande do Norte.

Tem até encontro de Bonecos e Bonequeiros. Eduardoartistaderua improvisa ritmos bem cadenciados para o seu casal de cangaceiros e nos inspira a ir em busca de mais informação sobre a memória, tradição e arte dos bonecos e bonequeiros potiguar.

Dona Dadi

Na pesquisa descobrimos Dona Dadi e uma tese universitária sobre o assunto: DADI E O TEATRO DE BONECOS – memória, brinquedo e brincadeira.

“A gente dá vida aos bonecos e os bonecos dão vida à gente”, frase de Dona Dadi, uma ‘calungueira’ (fazedora de bonecos), que não só cria bonecos de luvas mais comum entre os brincantes, como marionetes de fios, de corda, bonecos de grande porte, com membros articulados.

Maria Ieda Silva de Medeiros, seu verdadeiro nome,vive em Carnaúba das Dantas, zona do Seridó  potiguar e é uma das poucas mulheres que se envolve com esta arte popular desenvolvida mais por homens.

A Calungueira faz a alegria da festa quando encontra outro bonequeiro que é performático e alegra seu público quando dança com sua boneca.

Presença no Corredor Cultural do Forronovos 2018 Dudadaboneca Freire.

Posted by Ronaldo Gomes on Sunday, May 20, 2018

 

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Mari Weigert
Mari Weigert
Mari Weigert é jornalista com especialização em História da Arte pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Atuou na área de cultura, como jornalista oficial do Governo do Paraná. Durante um ano participou das aulas de Crítica de arte de Maria Letizia Proietti e Orieta Rossi, na Sapienza Università, em Roma como aluna ouvinte. Acredita que as palavras bem escritas educam e seduzem pelos seus significados que se revelam na poética da vida. *IN ITALIANO (Mari Weigert è giornalista e perfezionata in Storia dell' Arte per la Embap, del Brasile. Durante un anno è stato alunna di Critica d'Arte, alla Sapienza Università di Roma. Crede nelle parole ben scritte che seducono per le sue significate in cui rivelano la poetica della vita.)

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