Este desenho feito pela ilustradora (designer gráfica) Marcela Weigert R. refere-se ao mundo ideal, sem desigualdades sociais.  O planeta Terra em seu giro contínuo, tendo ao centro um livro – a educação – e as minorias sociais inseridas na grande árvore do saber. 

Observem que esta árvore têm na base, no tronco, três gerações. É atávica e cresce e se expande em meio a todo o universo da arte, com música, o mar, a noite, o dia, a lua e as estrelas, as flores, em um rodopiar sem parar.

É um olhar singelo e doce para o mundo que está rodeado de diferenças individuais, porém ligadas entre si pelo cosmo harmônico. O movimento contínuo universal e dentro dele a beleza, o amor e o equilíbrio.

Mas, efetivamente, falta cor nele, que a propósito foi mostrado somente em traços. A vibração da cor depende de todos nós para colocar e depende também do que faremos daqui para frente, pós pandemia. Será que aprendemos a lição? Percebam que o nosso inimigo invisível está destruindo a humanidade, não planeta.

A verdadeira deficiência é aquela que prende o ser humano por dentro e não por fora, pois até os incapacitados de andar podem ser livres para voar.

Thaís Moraes

‘Sob o sol poente
engolindo as suas sombras:
camponeses retornam’,  Trecho de Haicai de Saulo Mendonça.

Toda profissão é digna. Aquele lixeiro que recolhe nossas sujeiras é tão importante para uma sociedade que merece todo o nosso respeito. Um jeito brasileiro que me encanta.

Dos inúmeros vídeos que procurei para completar a informação destes escritos, este vídeo ao lado é mais prático e simples, rápido para explicar o grande significado da Mandala. 

Basta escuta-lo e prestar bem atenção à sua volta e perceber que o círculo está em tudo.

Mulher, sublime mulher, A sua singularidade, é que nos faz ser plural. Julio Machado

“Quem não lê, aos 70 anos terá vivido uma só vida: a própria! Quem lê terá vivido 5000 anos: existiu quando Caim matou Abel, quando Renzo casou com Lucia, quando Leopardi admirava o infinito….. porque a leitura é uma imortalidade de trás para frente”. Umberto Eco.

Racismo, preconceito e discriminação em geral;
É uma burrice coletiva sem explicação.
Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união?  Gabriel O Pensador

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